Segmentos / Construção civil

Construção civil com processos que acompanham a obra.

A operação de obras combina fornecedores, documentação, medições, aprovações e prazos. A tecnologia ajuda a dar visibilidade a esse ciclo.

Mapear processos de obra Agendar direto na agenda do sócio WhatsApp comercial
01

A obra acontece longe do escritório

A operação de obras combina fornecedores, documentação, medições, aprovações e prazos — com a particularidade de que boa parte disso acontece fora do escritório, muitas vezes sem conexão estável e sob pressão de cronograma. O resultado típico é uma cadeia de planilhas, fotos em aplicativos de mensagem e planilhas de medição que só chegam ao financeiro dias depois, quando corrigir já custa caro.

02

Ciclos rastreáveis

Solicitações, boletins, validações e aprovações ganham etapas claras, responsáveis e registro de decisões ao longo do processo. Isso muda o que a gestão consegue enxergar durante a obra, e não apenas no fechamento.

  • Solicitações de compra e contratação com alçadas e prazos definidos.
  • Boletins de medição com etapas de conferência e aprovação registradas.
  • Documentação de obra versionada, com permissões e trilha de auditoria.
  • Fiscalização e validações de campo com evidência anexada ao processo.
  • Pendências visíveis por obra, por etapa e por responsável.
03

Dados para acompanhar execução

A consolidação das informações operacionais reduz a dependência de planilhas paralelas e facilita a leitura de pendências enquanto ainda dá tempo de agir. Medição, contratos, compras e apropriação de custo deixam de ser reconstruídos manualmente a cada reunião — e a comparação entre obras passa a ser possível, porque todas registram do mesmo jeito.

04

Multiobra: padronizar sem sufocar

Operações distribuídas precisam separar o que é regra corporativa — cadastros, plano de contas, calendário, integrações — do que é flexibilidade local justificada pela particularidade de cada obra. A regra prática que aplicamos: flexibilidade local existe por exceção documentada, nunca por costume. Sem essa separação, cada canteiro recria o próprio jeito e a comparação entre obras deixa de existir.

05

Integração entre operação e gestão

Processos, sistemas e dados podem ser conectados para que a informação não precise ser reconstruída a cada atualização: o que é aprovado no fluxo vira registro no ERP, o que é medido em campo chega ao financeiro sem redigitação, e o indicador é lido de uma fonte só. É essa conexão que encurta a distância entre o que acontece na obra e o que a diretoria enxerga.

06

O ciclo da medição, ponta a ponta

Entre os processos da construção civil, a medição é o que mais concentra retrabalho: envolve campo, engenharia, suprimentos e financeiro, tem prazo contratual e costuma atravessar três ferramentas diferentes antes de virar pagamento. Quando esse ciclo é digitalizado por inteiro — e não apenas na etapa final —, a conferência deixa de ser reconstrução manual e passa a ser validação do que já está registrado.

  • Registro em campo com evidência anexada no momento da execução.
  • Conferência técnica com histórico de ajustes e justificativas.
  • Aprovação com alçada definida e prazo acompanhado.
  • Integração com o ERP para virar título sem redigitação.
  • Visão de pendências por obra e por etapa durante o ciclo, não no fim.
07

Como começa

Escolha o ciclo que mais gera retrabalho hoje — normalmente medição ou solicitação de compra — e mapeie o caminho real dele, com donos, regras e exceções. Esse recorte costuma ser um bom primeiro projeto. O diagnóstico digital gratuito ajuda a situar a maturidade da operação antes de decidir por onde entrar.

Material gratuito

Guia prático para tirar a operação das planilhas

Baixe o guia para inventariar as planilhas que sustentam processos, decidir o destino certo de cada uma e conduzir a migração com paralelo, prazo e desligamento com data.

  • Como a planilha vira sistema — e o que isso custa.
  • Inventário: mapeie as planilhas que sustentam o negócio.
  • Classificação: o destino certo de cada planilha.
Baixar o guia gratuito
Perguntas frequentes

O que considerar antes do próximo passo.

Que processos da construção civil podem ser digitalizados?

Fluxos que envolvem solicitações, medições, documentação, validações e aprovações são os exemplos mais frequentes — especialmente os que hoje dependem de planilha enviada por e-mail entre obra e escritório.

A solução precisa substituir todos os sistemas existentes?

Não. A estratégia prioriza os processos críticos e integra as ferramentas que já são relevantes para a operação. Trocar tudo de uma vez costuma ser mais caro e mais arriscado do que organizar o que existe.

Funciona para empresas com várias obras simultâneas?

É justamente onde o ganho aparece: padrões corporativos comuns, flexibilidade local por exceção documentada e comparação possível entre canteiros porque todos registram do mesmo jeito.

E o time de campo, que nem sempre tem conexão?

O desenho precisa considerar a realidade do canteiro — o que é registrado no momento, o que sincroniza depois e o que exige evidência anexada. Ignorar essa restrição é o motivo mais comum de sistema de obra abandonado.

Isso conversa com o ERP que já usamos?

Sim. A integração com RM, Protheus ou outro sistema de gestão faz parte do desenho, para que medição, compras e contratos não sejam redigitados entre a obra e o financeiro.

Vocês têm experiência no segmento?

Sim. Fluxos de medição de obras, fiscalização, contratos e aprovações estão entre os processos que a Strategi já virtualizou em projetos reais. Não publicamos números, logos ou depoimentos sem autorização formal e evidência verificável.

Strategi Consultoria Ltda. · CNPJ 05.728.249/0001-31 · Natal/RN contato@strategibrasil.com.brRM, Fluig, Protheus, ADVPL, Sigaloja e TOTVS são marcas da TOTVS S.A. A Strategi é uma consultoria independente, sem vínculo direto ou indireto com a TOTVS®.