Serviços / Sistemas

Sistemas sob demanda que respeitam a operação real.

Quando a solução pronta não responde ao contexto do negócio, o desenvolvimento sob demanda transforma uma necessidade específica em uma ferramenta integrada.

Discutir uma solução sob demanda Agendar direto na agenda do sócio WhatsApp comercial
01

Problema antes de tecnologia

Todo sistema sob demanda nasce de uma lacuna: um processo específico do negócio que nenhuma solução de prateleira atende sem descaracterizar a operação. Antes de escrever qualquer linha, a pergunta obrigatória é outra — o que já temos resolve? Boa parte das necessidades que chegam como "precisamos de um sistema" se resolve configurando melhor o ERP existente ou automatizando um fluxo. Esgotar esse caminho primeiro é a diferença entre um projeto de semanas e um de meses.

02

Quando construir faz sentido

Sobra um conjunto de casos em que construir é a resposta certa — e aí compensa bem, porque um processo específico bem digitalizado vira vantagem competitiva, não custo.

  • O processo é particular do negócio e nenhuma prateleira o atende sem distorcer a operação.
  • A planilha que sustenta o processo acumulou regras próprias por anos — ela já é o produto interno.
  • A necessidade envolve clientes ou parceiros externos, com experiência própria de uso.
  • O ganho está em conectar sistemas que hoje só conversam por digitação humana.
03

Como conduzimos o desenvolvimento

O desenvolvimento começa pela leitura da operação, das pessoas envolvidas e dos sistemas que já precisam conversar. O objetivo não é transportar a planilha para uma tela nova — é digitalizar o processo que ela esconde, com as regras explícitas.

  • Entendimento do processo real, incluindo exceções e quem decide o quê.
  • Definição do escopo por resultado esperado, com critério de pronto acordado.
  • Desenho da experiência para quem vai usar todo dia, não para a demonstração.
  • Integrações com ERP, dados e demais sistemas desde o desenho.
  • Entregas parciais em uso real, para ajustar antes de ampliar.
04

Produto conectado, não mais uma ilha

O maior risco de um sistema próprio é criar mais um ponto isolado de informação — resolvendo um problema e criando dois. Por isso integrações e dados fazem parte do desenho desde o início: o que o sistema registra precisa alimentar o ERP, os indicadores e os processos vizinhos, e o que já existe nesses sistemas não deve ser redigitado ali dentro.

05

Evolução contínua e transferência

Um sistema em produção é um compromisso de manutenção: regras mudam, o negócio cresce, integrações precisam acompanhar. Por isso tratamos documentação e transferência de conhecimento como entregáveis, não como cortesia. Consultoria que só acelera enquanto está presente é aluguel; o objetivo é que o time interno tenha autonomia crescente sobre o que foi construído.

06

Sinais de que a planilha virou sistema

Antes de decidir construir, vale reconhecer o estágio em que a operação está. Planilha-sistema tem biografia parecida em toda empresa: nasceu para resolver rápido, funcionou, ganhou abas, ganhou fórmulas e ganhou dependentes. O custo dela é silencioso até o dia em que uma versão errada, uma fórmula quebrada ou a ausência de quem "sabe mexer" para um processo inteiro.

  • Existem versões concorrentes do arquivo circulando por e-mail.
  • Uma fórmula pode quebrar sem que ninguém perceba até o fechamento.
  • Não há registro de quem alterou o quê, quando e por quê.
  • Só uma pessoa entende a lógica construída ao longo dos anos.
  • O dado dali não alimenta indicador nem integra com nenhum sistema.
07

Como começa

Inventarie as planilhas que hoje sustentam processos do negócio e classifique cada uma: o que o sistema atual resolve, o que vira automação de fluxo e o que realmente exige construção. O guia gratuito sobre tirar a operação das planilhas traz esse método, e a conversa com o sócio ajuda a validar a classificação no seu contexto.

Material gratuito

Guia prático para tirar a operação das planilhas

Baixe o guia para inventariar as planilhas que sustentam processos, decidir o destino certo de cada uma e conduzir a migração com paralelo, prazo e desligamento com data.

  • Como a planilha vira sistema — e o que isso custa.
  • Inventário: mapeie as planilhas que sustentam o negócio.
  • Classificação: o destino certo de cada planilha.
Baixar o guia gratuito
Perguntas frequentes

O que considerar antes do próximo passo.

Quando desenvolver um sistema sob demanda?

Quando uma necessidade relevante não é bem atendida por soluções existentes, ou quando a integração e a experiência precisam refletir um processo específico do negócio. Antes disso, vale esgotar o que os sistemas atuais já fazem.

Um sistema sob demanda pode integrar com ERP e BI?

Sim, e deve. Integrações e dados fazem parte do desenho justamente para evitar novas ilhas de informação — o que o sistema gera precisa chegar ao ERP e aos indicadores.

Como é definido o escopo e o custo?

Pelo resultado esperado e pelo critério de pronto, definidos antes de começar. Escopo aberto é a causa mais comum de projeto que não termina, então preferimos delimitar bem uma primeira entrega útil e evoluir a partir do uso real.

Quem fica com o código e a documentação?

O cliente. Documentação e transferência de conhecimento entram como entregáveis, para que a equipe interna tenha autonomia progressiva sobre a solução.

Vocês fazem manutenção depois de entregar?

Sim, quando faz sentido para o cliente. Um sistema em produção precisa acompanhar mudanças de regra e de integração; o modelo de sustentação é combinado conforme a criticidade da solução.

É possível começar pequeno?

É o recomendado. Uma primeira entrega em uso real ensina mais sobre o processo do que meses de especificação, e reduz o risco de construir o que ninguém vai usar.

Strategi Consultoria Ltda. · CNPJ 05.728.249/0001-31 · Natal/RN contato@strategibrasil.com.brRM, Fluig, Protheus, ADVPL, Sigaloja e TOTVS são marcas da TOTVS S.A. A Strategi é uma consultoria independente, sem vínculo direto ou indireto com a TOTVS®.